terça-feira, 23 de outubro de 2012

De volta as origens

Jornalistas que se formaram na faculdade voltam à instituição para bater um papo com os alunos do curso de jornalismo.

Armando Mariano, Felipe Freitas, João Paulo Freitas e Rafael Phillipe 


Na noite do dia 16 de outubro de 2012, às 19h30min, foi realizada no trevo do Centro Universitário Newton Paiva, uma palestra com as jornalistas Flavia Scalzo, Camila Leste, Raquel Rocha e Raquel Romagna. Elas que se formaram na faculdade, voltaram as suas raízes para contar de suas experiências na profissão, e também falaram sobre as dificuldades da carreira jornalística. E por incrível que pareça as quatro profissionais se formaram quase que na mesma época. 

Ambas destacaram na palestra a importância de se fazer estágios no período acadêmico. Outro ponto importante dito por elas é do jornalista estar a par de tudo o que está acontecendo no Brasil e no Mundo. Flavia Scalzo, por exemplo, falou sobre a importância do conhecimento adquirido com o passar dos anos. Ela citou um exemplo disso, de quando aconteceu o Tsunami, no Japão, ela estava dando a noticia e precisava dar continuidade à matéria e disse que se lembrou do seu ex-professor de geografia falando sobre placas tectônicas, circulo de fogo. A arte de improvisar é essencial para o jornalista, como citado por elas. 

Outro ponto importante foi que todo jornalista tem que ter um bom texto. Não adianta ter somente um rosto bonito para a televisão, uma voz linda para o rádio se o seu texto for ruim, pois ele é essencial para se trabalhar em todas essas áreas. 

Todas elas se sentem realizadas com a profissão, mas destacaram que querem mais. Raquel Romagna, por exemplo, disse “Temos que trabalhar a cabeça em sempre querer mais, me sinto realizada, mas quero fazer coisas que eu não fiz. Hoje estou em um cargo de chefia, mas quero desafios, como sair para rua pra fazer uma reportagem, ser uma apresentadora, ficar na edição coisas que eu não fiz”. Ela destaca também que sua maior dificuldade na profissão foi assumir um cargo de chefia muito nova. E dá uma dica para os alunos serem bons jornalistas “Tem que ser “entrão”, tem ser chato. Ligar pro RH da empresa e perguntar se tem emprego. Você tem que procurar, pois ninguém vai chegar à porta da sua casa e te oferecer uma vaga”, diz Romagna. 

Flavia disse que se sente realizada com sua carreira, mas quer um algo a mais, e fala que tem alguns projetos em mente. Sobre as dificuldades que enfrentou ela expõe “Seria mais fácil não falar das dificuldades, que são muitas. Dificuldades são varias, mas você tem que aprender a lidar com elas, se você faz aquilo que gosta você fica satisfeito com o resultado”. Ela diz o que um bom profissional tem que ter. “Tem que dar valor as aulas do curso, pois você aprende muito, seus professores estão no mercado conhecem pessoas da área e é bom você fazer esse network. E também o estágio pois ele é fundamental”. 

Camila Leste se sente realizada hoje por ter conseguido realizar o seu sonho de ser repórter de TV. O sonho nunca pode acabar e foi por isso que a jornalista não desistiu apesar das dificuldades enfrentadas no período acadêmico e também após se formar. Camila sempre correu atrás até chegar, onde esta hoje na TV Bandeirantes. Para a jornalista o momento de sala de aula é muito importante e deve ser aproveitado ao máximo pelos alunos. Para Camila o jornalista não deve ter vergonha de perguntar deve aproveitar cada momento e cada entrevista. 

Raquel Rocha hoje repórter de rede da Rede Record esta realizada profissionalmente, mas não quer parar por aí, pretende chegar ao cargo de apresentadora de TV. Rocha acha importante os alunos procurarem estágios na área em que pretende atuar. O jornalista deve estar sempre se atualizando para ser um profissional completo na no mercado. 

Mídia em mãos erradas.

De acordo com pesquisas realizadas, pode-se concluir que a maioria dos políticos tem controle ou certa influência nos meios midiáticos. Na década de 80, nasceu o projeto Donos 
Da Mídia, que tem como função determinar a concentração dos veículos de comunicação no Brasil. Podemos observar que Minas Gerais é o estado que contém o maior número de políticos que tem alguma ligação com os meios midiáticos.

Nesse projeto, há informações que foram fornecidas pelos grupos de mídia, para assim, montar um panorama completo dos meios de comunicação no país. Observamos também que as organizações Globo e o Grupo Abril detém o maior número de veículos de mídia do Brasil. Destaca-se também a Igreja Universal do Reino de Deus, que possui 27 desses veículos.

A mídia nacional vem sendo comandada por esses grupos, que às vezes se privilegiam por terem cargos públicos. Isso não deveria acontecer, pois o fato acaba sendo destorcidos e o público vira refém, ficando alienado. O correto seria proibir a participação de políticos e pessoas com influência no governo nessas mídias.

Armando Mariano, Felipe Freitas, João Paulo Freitas e Rafael Phillipe

Preso com a mão na massa

Servidor público é preso com carro adulterado.

Felipe T.de Freitas 

Policiais do 9°Batalhão da Polícia Militar fizeram um flagrante por volta das 8h30,do dia 8 de setembro,eles prenderam um servidor público que trabalha na Secretária de Planejamento e Orçamento(Seplan).Ele foi preso ao ser abordado pelos policiais na BR-060,na altura de Engenho das Lajes ,próximo à divisa do DF com Goiás .Segundo a polícia ,o homem ,de 52 anos estava a caminho de Anápolis (GO). 

Segundo a polícia, ele havia adulterado um carro do governo do Distrito Federal para usá-lo para fins privados, ele tentava esconder logomarca do Governo do DF, nas laterais, utilizando um adesivo da mesma cor do carro. O servidor que estava que estava parado no acostamento da rodovia trocando a segunda placa, do Corsa Classic Branco,quando foi preso.Segundo a polícia ele havia abastecido o carro em um posto que tem convênio com o governo o Distrito Federal para de fornecimento de combustível. 

De acordo com a ocorrência registrada na 20°DP,o suspeito só não trocou a placa frontal porque não houve tempo.Após a abordagem ,os PMs perceberam que a placa que a placa traseira do carro,JJG-5538-DF,era de cor cinza e com numeração diferente da placada frente ,a oficial,JFP-8662-DF,de cor Branca.Ele poderá responder à justiça por adulteração de veículo.A pena é de 3 a 6 anos de reclusão.A pena pode ser aumentada em um terço pelo fato de ele ser funcionário público,e segundo a secretária ele poderá ser exonerado do cargo.